Algures nesta vida, és má pessoa. Ela encarrega-se disso, falta-no o discernimento necessário, e a vida é madrasta. Ninguém é melhor que ninguém. Podemos tentar e devemos tentar ser melhores. Mas também és boa pessoa, nos entretantos. Um dia, fazes um papel, noutro fazes outro. Tens opção...penso que tens sempre. Pior, é achares que os outros são teus amigos, e o filme ser ao contrário. Que os que te rodeiam, não te avaliam como igual, ou não te querem como igual. Aí fere. Dói. Mas não mata. Perceberes que o jogo não é para meninos. Que isto não é brincadeira nenhuma. Isto, digo a vida. Que isto parece ser para mentir, para se ser sacana, para se ser intruja. O sorrisinho amarelo, o falar nas costas.. Enfim, cenas que abomino. Mas que parece que o pessoal adora. Que o pessoal se rege todo por isso. E até se dão bem. E quem está mal que se mude. Quanto mais conheço e sei, mais enjoada fico, e mais dececionada me sinto. Isto porque começo a olhar com olhos de ver. Porque por norma, vejo as coisas e as pessoas com outras tonalidades, transparências, qualidades. Porque sou pessoa de confiar, de amar, acarinhar, de esperar sinceridade, honestidade, frontalidade, amizade. E quando confio, dou de mim, sem reservas. E agora enoja-me. Puta que pariu gente falsa.
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